Quem utiliza a Avenida Antonio Maria Coelho, na altura do cruzamento com a Avenida Noroeste, em Campo Grande, terá de esperar um bom tempo para ver uma sinalização mais adequada para o local.
De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura, previsão de sinaleiro ou qualquer alteração somente após a implantação do projeto Orla Morena. Sem data para financiamento para sair do papel, o projeto prevê a revitalização da faixa de domínio da antiga linha férrea, do bairro Amambaí à Vila Planalto.
Cruzar no local em horário de pico é uma verdadeira aventura. “É terrível”, diz o carteiro da região, Emídio Gonçalves Alves, 47 anos. Ele explica que “tem vez que demoro até cinco minutos esperando, porque carro não deixa passar”. Antes de sair para entrega, Alves sempre separa as cartas, para fazer um lado da avenida e depois o outro.
“Já passou da hora de ter sinal”, afirma a cozinheira Leida Rodrigues, 49 anos, que trabalha nas proximidades. Segundo ela, tanto no primeiro horário da manhã, quanto entre 17 e 18h30 acontece “acidente direto”.
Para o costureiro que trabalha exatamente na esquina do cruzamento, Delair Lacerda, 68 anos, a palavra que resume o tráfego no local é “caos”. Ele diz que toda vez tem que correr para acudir pessoas, oferecer água ou fazer telefonemas para quem se envolve em acidentes. Ele também mostra manchas de óleo que ficam na pista: “são seis encontros de rua”, fala, “se não fosse o poste, entravam aqui”, conta apontando o poste que já até entortou pelas batidas de carros.Rosália Silva
www.msdefato.com.br
Todos os direitos reservados a “sintectms” - Desenvolvido por Avalue Sistemas