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4 de Setembro de 2007 às 15:05

PCCS: não queremos uma caixinha de surpresas!


Ao lado da Fentect na luta para que o PCCS dos Correios seja alterado e tenha suas distorções corrigidas, o Sintect-MS denuncia que a enrolação da Empresa também neste item de negociação.

Desde que foi criada a ECT, impõem aos trabalhadores PCCS’s que visam atender os interesses da alta cúpula da Empresa, que é beneficiada com promoções, remunerações singulares, etc, enquanto os que carregam a Empresa nas costas não têm garantidos nem mesmo o respeito às promoções a que tem direito, de acordo com o PCCS que está valendo desde 1995.

Outra prova disto está nas formas de implantação dos Processos de Seleção Interna (PSI) e Recrutamento Interno (RI). Diverso companheiros se inscrevem, fazem provas, e até são considerados aprovados, mas muitas vezes ficam anos esperando para ocupar funções, como as de Supervisor, Motociclistas, etc.

Não existe transparência nestes processos. Outro absurdo é a abertura de RI para várias funções na véspera da data-base, justamente para pressionar os companheiros inscritos a não participar da mobilização ou de uma greve, mesmo havendo IR’s do ano passado que ainda não chamaram os aprovados.

Recentemente os petroleiros foram vitoriosos, com uma greve de 24 horas e a ameaça de uma greve por tempo indeterminado. Conseguiram obrigar a Petrobrás a negociar uma correção no PCCS que beneficiou a maioria da área operacional.

Já entre os metroviários, a maioria da categoria, inclusive quem ocupa funções de chefia, participa das greves, e as diferenças salariais não são como nos Correios, onde os altos salários são mais de 40 vezes maiores do que os de baixo (em torno de R$500 para os menores e cerca de R$20 mil para os maiores). Por isto nesta Campanha Salarial de data-base uma de nossas principais bandeiras é a correção das distorções do PCCS e a sua democratização.
Confira os eixos prioritários do PCCS

1. Aumento do Piso Salarial para a Referência Salarial 24, no valor de R$1.089,48, aprovado no CONREP 2007;
2. Correção de toda a Tabela Salarial, conforme a aplicação de data-base e não somente crescimento da Referência Salarial, com reajuste das perdas históricas 47,77% (ICV-DIEESE).
3. Novo enquadramento dos trabalhadores nas referências Salariais a partir do levantamento das distorções existentes. Aplicação do princípio da isonomia por antiguidade.
4. Alinhamento do trabalhador em desvio de função, em posição superior da qual se encontra, inclusive salarialmente.
5. Crescimento dos trabalhadores dentro das Carreiras.
6. Determinação de cargos distintos para as carreiras, sem a existência de cargos amplos. Repúdio aos cargos amplos.


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