Principais Notícias

24 de Abril de 2013 às 15:51

MPT propõe pontos para o acordo da PLR


O Ministério Público do Trabalho (MPT) apresentou aos Correios e às representações sindicais, nesta terça-feira (23), durante audiência de mediação, uma proposta de acordo e pagamento das PLRs 2012 e 2013.  A proposta prevê aumento de 90% para 92% a distribuição geral, aumenta o índice da parcela corporativa de 30% para 50%, decisão que aumenta o valor destinado a uma casta de funcionários, considerado pela própria direção como de “elite”. Este ponto inclusive  já havia  ficado de fora no último acordo.

A proposta  cria também uma comissão para revisão dos resultados do GCR dos empregados com conceito “não alinhado” da PLR 2012.  O Sintect-MS e os sindicatos vão apreciar a proposta  a fim de viabilizar um fechamento de acordo, tentando reduzir a margem da parcela corporativa e com isso garantir o pagamento da PLR 2012 já para a próxima semana, depois da aprovação das contas pela Assembleia Geral Ordinária, que ocorre nesta sexta-feira.

As partes examinam a possibilidade de marcar nova reunião para a próxima semana.

Com a divisão dos trabalhadores em dois grupos distintos mostra,  a ECT  mantém sua postura de desrespeito ao trabalhador. A Comissão de Negociação da PLR 2013 tentou chegar a um consenso na proposta de participação nos lucros para encaminhar para as assembleias, mas não teve jeito.

Após várias reuniões e tentativas de negociação, onde a própria empresa vinha dando sinais de que haveriam avanços, ela voltou atrás e continuou batendo o pé em uma proposta que sequer pode ser chamada de PLR, com vinculação ao GCR e destinação de 10% para uma parcela estratégica.  

A proposta do MPT A empresa deixou claro que sua intenção, desde o início, não era fechar um acordo, já que a proposta apresentada por ela retrocedia ao acordo anterior.

Os critérios impostos pela   empresa são inaceitáveis. sem acordo pois dão à PLR características de um programa de pagamento por metas condicionado ao desempenho, e não de um programa de distribuição dos lucros, como deveria ser. A parcela estratégica é discriminatória, já que privilegia apenas alguns grupos de trabalhadores em detrimento da grande massa.


Outras Notícias



Links Úteis


Newsletter

Cadastre seu e-mail e receba novidades e informações sobre o SINTECT-MS.

Todos os direitos reservados a “sintectms” - Desenvolvido por Avalue Sistemas