A Revista Exame do mês de dezembro último (nº 25 – 31/12/07) divulgou uma foto da greve dos funcionários da ECT (Empresa de Correios e Telégrafos) estampada na página 59, ligando a categoria ao fim da CPMF.
Informamos que a legenda contém um erro, que tenta jogar para nós, trabalhadores e trabalhadoras, o peso dos gastos governamentais.
Informamos que os trabalhadores dos Correios são empregados de uma empresa pública federal, mas não são servidores públicos (Lei 8112/90). Ao contrário, têm seus contratos regidos pela CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas). Sendo pois, falsa a legenda em que se lê “greve de servidores: dá para segurar os gastos”.
Não entraremos no mérito se servidores geram tantas despesas quanto a matéria tenta enfatizar, porém, a correção do engano é um direito que os 110 mil trabalhadores ecetistas têm ao serem visualizados na referida matéria.
Como empresa pública, a ECT gera seus próprios recursos, com os quais paga seus funcionários. Vale ressaltar, que a categoria tem sua época de negociação salarial estipulada pela data-base e, portanto, não pode ser comparada aos servidores públicos do executivo, legislativo ou judiciário.
Direção do Sintect-MS (Sindicato dos Trabalhadores nos Correios, Telégrafos e Similares de Mato Grosso do Sul)
Campo Grande, Mato Grosso do Sul, 04 de janeiro de 2008.
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