A direção da ECT mais uma vez assumiu uma postura intransigente e de má vontade para liberar o pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR). A postura ficou clara em na mesa de negociação para o pagamento, no último dia 30 de abril, onde o acordo poderia ser fechado, mais os representantes da empresa criaram dificuldade em acatar a proposta de mediação apresentada pelo Ministério Público do Trabalho. Ele propunha o pagamento linear dos valores a toda categoria ou a adoção dos critérios estipulados em 2011. De forma maquiavélica, a direção dos Correios insiste em condicionar e atrelar o pagamento aos critérios de produtividade coletiva e individual previstos na GCR/SAP, juntamente com a parcela estratégica. Os correios defende o retrocesso na negociação, pois a recolocação da GCR prejudicaria mais de 1.745 trabalhadores, que teriam redução na parcela em razão dos critérios estabelecidos na proposta da empresa. Além disso, o método avaliativo adotado no SAP vem sendo questionando judicialmente pela Fentect e diversos sindicatos. Mesmo assim, para não acatar a sugestão do Ministério Público, a empresa alega recomendações de auditoria feita ao sabor da empresa, desconhecendo desta forma o acordo e critérios contemplados em 2011. Diante dos impedimentos apresentados pela empresa para não acatar de imediato a proposta mediada pelo Ministério Público do Trabalho foi sugerida uma nova rodada de negociação. Por vez, os correios ficaram de levar as sugestões do MPT ao conhecimento da direção, enquanto os trabalhadores ficarão de apreciar os pontos de acordo em Assembléia, na próxima semana.
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