A eleição da nova Presidente da República, Dilma Rosseff, significa uma derrota contra mais 500 anos de preconceito, machismo e discriminação contra as mulheres brasileiras. Lula, metalúrgico, analfabeto, que não falava Inglês, expressões empregadas pelas elites e por três eleições e, assimiladas em nossa cabeça pelos meios de comunicação burgueses, estava iluminado quando escolheu um mulher para sucedê-lo. Trabalhadores e trabalhadoras, homens e mulheres da boa fé romperam mais um preconceito, elegendo a segunda mulher a ter comando máximo do País. A primeira foi a Princesa Isabel. É o reconhecimento de parcela expressiva da sociedade brasileira à competência, capacidade de gerenciamento e a motivação que nasce da alma mulher para gera a vida, promover transformações e governar com olhar voltado para o ser humano e o desenvolvimento sustentável. Com Dilma, tenho convicção, o Brasil será grande, vai livrar amarras históricas e será um País mais justo socialmente. Vamos humanizar a política e os poderes. Lugar de mulher e na política. Elaine Regina de Souza Oliveira Diretoria de Assuntos da Mulher.
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