A passeata por democracia e conquistas de mais direitos organizados pela CUT-MS, ForçaSindical, UGT, CTB, CGTB, com a participação dos movimentos populares, estudantil e do Movimento Sem-terra reuniu mais de 30 mil pessoas em Campo Grande, na manha desta quinta-feira contou com a participação ativa dos trabalhadores dos Correios e Telégrafos de Mato Grosso do Sul, que pararam as atividades em diversos locais de serviços na capital e no interior.
Sob a coordenaçao do Sintect-MS os ecetistas reivindicaram a ECT seja 100% pública e estatal, fim da sobrecarga de serviço, fim do sistema de avaliação SARC e SAP da terceirização, salários mais justos, combate ao assédio moral, entre outras bandeiras.
A mobilização contou com diversos sindicatos reivindicaram a implantação das horas semanais, o fim do fator previdenciário, reformas agrárias e urbana, 100% dos royalties do petróleo e do pré-sal para educação, reforma eleitora, combate a corrupção, reajuste das aposentadorias com base na inflação, contra a terceirização dos serviços, transporte público gratuito, democratização nos meios de comunicação e novo marco civil para a internet e demarcação das terras indígenas.
Pela primeira vez, as centrais sindicais de Mato Grosso marcharam unidas em favor da democracia e cobraram da Presidenta Dilma e do Congresso uma agenda política que aprofunde a política de distribuição de renda e avanços nos direitos dos trabalhadores. Diversos pirulitos cobram que um País de primeiro mundo, não pode ter uma relação de trabalho precarizados.
Ao contrário da mobilização dos 60 mil ocorridas no mês passado pelas redes sociais, a passeata de hoje contou com a participação dos militantes do PT, PST e PCdoB, com camisetas e faixas, tanto da capital como no interior.
Diversas lojas da rua 14 de Julho fecharam as portas temendo saques, mas o ato foi totalmente pacífico, sem nenhum incidente ou atos de vandalismo. Um dirigente sindical pedia para comerciários e empresários ficarem tranqüilos, pois o ato era organizado sem mascarados para aterrorizar a população.
Categorias como professores, bancários, vigilantes, saúde, alimentação, frigoríficos, padeiros, ecetistas, prestadores de serviços, trabalhadores da UFMS estiveram participação significativa na mobilização, todas apoiando as reivindicações nacionais e específicas
Assessoria de imprensa do PT
Mobilizacao da CUT dia 11 de julho
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