Em repúdio a postura de descaso com que a direção da Empresa de Correios e Telégrafos vem tratando a pauta de reivindicações dos trabalhadores da empresa, em greve desde o dia 17 de setembro, os ecetistas promoverão nesta sexta-feira (04.10), o enterro simbólico do Ministro das Telecomunicações, Paulo Bernardo, do diretor-presidente da ECT, Wagner Pinheiro e do diretor de recursos humanos, Larry Manoel de Almeida. O ato acontecerá, 16h00 horas, em frente do edifício sede dos Correios de Campo Grande, na rua Dom Aquino com a Avenida Calógeras, em conjunto com os bancários e em seguida promoverão uma passeata pelas ruas centrais da cidade.
De acordo com o secretário Geral do Sintect-MS Alexandre Takachi, os trabalhadores já sinalizaram boa vontade para selar um acordo com a direção da ECT, reavaliando alguns pontos da negociação: Manutenção da Assistência Médica (Correio Saúde) no moldes atuais e extensivos aos novos empregados, mantendo a ECT como gestora direta dos Correios Saúde, sem a possibilidade de gestão por qualquer outra entidade; abono dos dias parados, incluindo as paralisações dos dias 11/07 e 30/08, comprometendo os trabalhadores a colocar a carga represada por conta da greve nacional em dia; reajuste salarial de 8% extensivo a todos os benefícios; Aumento linear de R$ 100,00; Implantação da entrega postal matutina em todo o território nacional; pagamento do auxílio creche a todos os funcionários, sem discriminação; Contratação imediata de mais trabalhadores, através de Concurso Público, em substituição aos terceirizados e MOTs; Isonomia das gratificações de função motorizada pela maior valor em todas as DRs. E iclusão do pagamento do 13º talão de ticket alimentação nos mês de dezembro. “A contraproposta foi encaminhada na semana passada ao Tribunal Superior do Trabalho e para própria ECT, mas não nenhuma reforma satisfatória por parte da empresa”.
O Ministério Público de Trabalho em despacho emitido no dia 01 de outubro considerou a greve legítima e assumiu posição contrária aos dias parados além de estender os benefícios do acordo já firmado da empresa com a ECT. A categoria agora aguarda julgamento do dissídio no próximo dia 08 pelo TST.
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