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20 de Outubro de 2009 às 08:52

ECETISTA DENUNCIAM CRESCIMENTO DE ASSALTOS COM CRIAÇÃO DE BANCO POSTAL




Os trabalhadores da ECT participaram, no dia 8, de uma  audiência da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara. Em debate os assaltos aos carteiros e às agências com o Banco Postal. A audiência foi requerida pelo deputado federal Paes de Lira (PTC/SP). Estiveram presentes alguns sindicatos, dentre eles o do Rio de Janeiro.

Os debates levaram os trabalhadores a propor aos Deputados a criação de um projeto de lei que obrigue a ECT a manter nas agências dos Correios portas giratórias com detector de metais, além de segurança armada, a exemplo do que existe hoje nas agências bancárias. Também foi sugerida uma gestão tríade (Sindicatos, ECT e Secretarias de Segurança Pública Estaduais) no sentido de se formar um relatório acerca das localidades e horários de maior incidência de assaltos a carteiros, para, em seguida, serem efetuadas rondas policiais constantes no sentido de inibir e diminuir o índice de assaltos aos trabalhadores da ECT que atuam na atividade externa.

Nesse sentido, os sindicatos enviarão relatórios sobre ocorrências de assaltos a carteiros e agências dos Correios para que possam ser enviados a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados. Esta por sua vez encaminhará às Secretarias de Segurança Pública Estaduais para que sejam tomadas as providências cabíveis.

Segundo a Fentect, cresceu o número de delitos praticados contra agências da ECT após a implantação do Banco Postal.

O chefe do Departamento de Segurança Operacional da ECT, Sérgio Douglas Repolho Negri, que também participou da audiência, informou que, até setembro de 2009, foram registradas 1.846 ocorrências de delitos postais em todo o País - uma média de 7 roubos, furtos ou tentativas por dia contra agências, carteiros ou responsáveis pelos pelo transporte de correspondências e encomendas. Em 2007 foram 1.415 registros, e, em 2008, 2.578.

Mais de 85% dessas ocorrências são assaltos, em que o trabalhador é exposto a alguma forma de violência, depois vêm furtos, com 10%. As situações mais graves estão nas grandes cidades, e 91% das ocorrências estão concentradas em Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.

O transporte de encomendas e cartões de crédito, por exemplo, é uma das áreas mais vulneráveis e expõe os carteiros e pessoal de transporte a risco permanente.

Paes de Lira adiantou que vai analisar a sugestão dos sindicatos para uma lei sobre segurança. Para ele, se uma agência postal tem a mesma configuração de uma agência bancária, por lei, deveria ter os mesmos mecanismos de proteção dos bancos. "É algo lógico, racional, coerente, e isso pode ser resolvido pelo legislador", disse.

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FONTE: SINTECT-RJ

 

O sindicato dos Correios de Mato Grosso do Sul também esteve presente com Alexandre Takachi de Sá, Secretário Geral do Sintect-MS e Secretário de Imprensa da Federação,  já foi protocolado ofício junto a Empresa solicitando relatórios sobre ocorrências de assaltos e violência envolvendo funcionários e clientes dentro do ambiente dos correios, no estado de Mato Grosso do Sul.

 

 

 

 


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