A decisão da ECT de entrar com pedido de dissídio coletivo antes da realização das assembléias no Estado é resultado da estratégia errada do campo majoritário PCO e PSTU Conlutas de tentar antecipar a data da greve para o último dia 10, avalia o secretário geral do Sintect-MS, Alexandre Takachi.
Na avaliação do dirigente o respeito a data de 25 de setembro para a decretação da greve permitiria maior tempo de negociação da representação dos trabalhadores com a direção da ECT e o Governo Federal.
A decisão joga o índice de reajuste de 5.3% e as cláusulas sociais para o tapetão do Tribunal Superior do Trabalho, engessando qualquer possibilidade de negociação. É bom lembrar que na greve anterior o TST concedeu um reajuste acima da inflação, no entanto, manteve o descontos de 7 dias de paralisação, além da reposição dos dias parados. “Agora aguardamos uma decisão no escuro, com risco de ter retrocesso em alguns direitos já conquistados”, alerta o dirigente.
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