A paralisação no Rio de Janeiro cresce a cada momento. Na maioria dos CDDs a adesão à greve ultrapassa os 70%, chegando em alguns locais com 100% de trabalhadores parados. Essa é a maior resposta que a categoria poderia dar pelo descaso da direção da ECT.
Em todo o Brasil, a paralisação também segue intensa. Até o momento são 24 sindicatos que aprovaram a greve, outros devem iniciar a greve ainda hoje (1º de junho).
Nesta terça-feira (1º de julho), os ecetistas do Rio aprovaram a continuidade da greve, com nova assembléia na quarta-feira (dia 2), às 14hs. Além disso, foi aprovada também a realização de uma passeata na quinta-feira (dia 3), com concentração a partir das 12h, na Candelária, centro do Rio.
Durante os últimos 90 dias, que ocorreram as negociações para regularização do Termo de Compromisso, a direção da ECT mostrou-se sem disposição alguma para cumprir o acordo firmado. Com isso, deixou claro, mais uma vez, a falta de compromisso com o trabalhador.
Os trabalhadores não vão aceitar mais nenhuma imposição unilateral como fizeram na PLR de 2007. A ECT mostra, na verdade, que sua intenção é beneficiar uma minoria que concentra os altos salários em detrimento da grande massa ecetista que carrega a ECT nas costas, fazendo dos Correios uma empresa de qualidade e de confiança da sociedade brasileira.
Contra o descumprimento do Termo de Compromisso e pelo pagamento das diferenças da PLR de 2007. Por um PCCS dos trabalhadores. Por mais contratações, chega de dobras excessivas.
Sintect-RJ
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