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17 de Outubro de 2008 às 14:23

Assaltos a carteiros sobem de 4 para 276 no DF


O número de assaltos registrados a carteiros no Distrito Federal passou de 4, em todo o ano passado, para 276, neste ano, até este momento. A direção dos Correios pediu apoio das polícias Militar, Civil e Federal para proteger os carteiros e investigar as causas do aumento. “É necessária, não só uma ação da empresa, mas do governo e da polícia também. É preciso evitar esses assaltos”, afirma o representante do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios, Moisés Neto. “É uma marca indelével na minha vida. E foram apenas duas vezes. Eu fico analisando os meus colegas, que já foram assaltados cinco vezes, como não deve estar o estado emocional deles. Deve estar bastante abalado”, ressalta o carteiro Nerisvaldo Pimentel. Mil e duzentos profissionais estão recebendo orientações da Polícia Militar. “Ele deve avaliar se uma determinada rua apresenta características de muita tranqüilidade e deve ficar atento. O carteiro deve procurar outra rua, fazer a entrega e voltar à anterior”, explica o tenente Fabrício Andrade. Em caso de assalto a ordem é não reagir e tentar memorizar as características dos bandidos. Diz também que eles precisam avaliar os riscos. Os bandidos geralmente procuram por cartões de banco, talões de cheque, celulares e objetos comprados na internet. Nas áreas mais visadas do Distrito Federal - Guará e Taguatinga - a empresa chegou a restringir o transporte de mercadorias aos veículos motorizados dos Correios. “O carteiro vai ter que parar o veículo, descer e fazer todas as entregas. A ECT ainda está avaliando se eles vão transportar mercadorias de valor”, diz o diretor regional dos Correios, José Cláudio Caldas. Fonte: G1 - 10/10/2008


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